Quero porque quero este livro
Conheci este senhor, ainda era eu uma menina, há muito muito tempo. Foi no Famafest, (sinceramente não me lembro em que ano) onde, com mais amigos, fiz parte do júri da juventude e o Valter Hugo Mãe fazia parte do júri internacional. Foi uma semana e tanto, mas não me vou perder, esta história fica para outra altura, outra lembrança.
Uma pessoa simples, simpática, alegre e acessível. Aposto que já não se lembra de mim, também já foi à um milhão de anos. Acho que nunca li nada dele, mas quando este livro saiu tive uma vontade gigante de o ler. E agora estou sempre a pensar que tenho, porque tenho que comprar "O Filho de Mil Homens".
Basicamente "esta é a história de Crisóstomo que, chegando aos quarenta anos, lida com a tristeza de não ter tido um filho. Do sonho de encontrar uma criança que o prolongue e de outros inesperados encontros, nasce uma família inventada, mas tão pura e fundamental como qualquer outra.
As histórias do Crisóstomo e do Camilo, da Isaura, do Antonino e da Matilde mostram que para se ser feliz é preciso aceitar ser o que se pode, nunca deixando contudo de acreditar que é possível estar e ser sempre melhor. As suas vidas ilustram igualmente que o amor, sendo uma pacificação com a nossa natureza, tem o poder de a transformar."
Conheci este senhor, ainda era eu uma menina, há muito muito tempo. Foi no Famafest, (sinceramente não me lembro em que ano) onde, com mais amigos, fiz parte do júri da juventude e o Valter Hugo Mãe fazia parte do júri internacional. Foi uma semana e tanto, mas não me vou perder, esta história fica para outra altura, outra lembrança.
Uma pessoa simples, simpática, alegre e acessível. Aposto que já não se lembra de mim, também já foi à um milhão de anos. Acho que nunca li nada dele, mas quando este livro saiu tive uma vontade gigante de o ler. E agora estou sempre a pensar que tenho, porque tenho que comprar "O Filho de Mil Homens".
Basicamente "esta é a história de Crisóstomo que, chegando aos quarenta anos, lida com a tristeza de não ter tido um filho. Do sonho de encontrar uma criança que o prolongue e de outros inesperados encontros, nasce uma família inventada, mas tão pura e fundamental como qualquer outra.
As histórias do Crisóstomo e do Camilo, da Isaura, do Antonino e da Matilde mostram que para se ser feliz é preciso aceitar ser o que se pode, nunca deixando contudo de acreditar que é possível estar e ser sempre melhor. As suas vidas ilustram igualmente que o amor, sendo uma pacificação com a nossa natureza, tem o poder de a transformar."

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